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10 agosto 2013

Que danem-se os erros e os tropeços.



Mais um eterno clichê válido da vida. Podemos dizer que tempo cura, que tempo faz passar, que tempo faz mudar, mesmo que seja para uma ponta de esperança para que aquela dor passe, aquele sentimento mude, mesmo que achemos que seja algo difícil de passar, difícil de mudar e que o tempo pareça não passar.
Mas acontece, e a gente sabe quando acontece, a gente sente quando as coisas tomam outro rumo, por mais que demore, por mais que seja aos poucos a ponto de não te fazer enxergar prontamente.
Acontece que as vezes não estamos prontos para mudanças, talvez por hábito, por costume ou por medo. Enfim, acaba que as vezes alguém entra em nossa vida quando menos esperamos, e podemos não dar tanta importância como deveríamos por ainda estarmos presos ao passado. Pode acontecer uma confusão de sentimentos que façam com que nós não sejamos capazes de distinguir o real sentimento. Quem não comete nenhuma mancada na vida, não é mesmo? A gente erra sim e a gente erra muito. Mas a gente tenta acertar, a gente tenta consertar. De início podemos começar errado, podemos tropeçar, nos arrepender, aprender. Ser racional é sempre preciso, mas quem disse que a razão é quem comanda? Ah meu caro, aqui se vive de coração, de impulsos, de decisões e confusões. Nós nem sempre sabemos qual a onda certa, qual caminho é o que devemos e realmente queremos tomar. A gente erra, a gente aprende, a gente conserta.
Mas quando a gente acerta o caminho real do nosso coração e nos entregamos de corpo e alma, dane-se o passado e as confusões, danem-se os erros e os tropeços.  O que realmente importa é o agora, é o que se vive, o que se sente, o que se quer.

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