Translate



Nada melhor do que uma boa indicação de livros para quem gosta de ler. É sempre bom fazer uma boa leitura, ler um bom livro. Eu particurlamente amo ler, desde pequena. Com o tempo e com as responsabilidades a leitura diminuiu bastante, confesso. Ou melhor, com a falta de tempo. Mas nem por isso deixo um hobby tão delicioso para trás, sempre que posso leio um pouco. Sou apaixonada por livros.

Primeiramente não poderia deixar de iniciar essa nova categoria no blog sem meu livro preferido
Poliana Menina, o li ainda quando criança, e claro, reli e reli. O livro foi indicado por uma professora no ensino fundamental, fazendo com que todos os alunos comprassem e lessem. Não lembro se foi feito resenha, resumo, enfim. Sei que li, e que foi um dos melhores, senão o melhor livro que já li.
Já vi posts, resenhas, textos etc sobre o livro, mas sinceramente, nunca nenhum conseguiu pegar a essência da história e do sentido do livro, pelo menos ao meu ponto de vista.
Poliana Menina é um livro da escritora Eleanor H. Porter, já falecida.


"Narrativa que impressiona leitores do mundo todo pela intemporalidade de temas que fazem de Poliana uma obra eterna e ainda hoje um grande sucesso, pois resgata valores pessoais como bondade, respeito e solidariedade. É a comovente história de Poliana, órfã de pai e mãe, que vive muitas dificuldades mas aprende com o pai, um homem sábio, o "jogo do contente", que a fortalece no dia-a-dia. Então o ensina aos outros para transmitir algo bom. A obra desencadeou nos Estados Unidos e no mundo uma impressionante onda de esperança, otimismo, boa vontade e sensibilidade ás questões alheias. Uma verdadeira batalha de humanização."

Poliana é uma menina de 11 anos, órfã de pai e mãe, vai morar com sua tia, Paulina Harrington. Que recebe a sua pequena sobrinha a deixando ficar no quartinho do sotão, em sua bela mansão.
Já nas primeiras páginas do livro eu me emociono, imagine ao decorrer da história então?
A enorme bondade de Poliana, a frieza da sua tia, é triste, comovente. Uma história cheia de ensinamentos.

Além de toda a história, que só lendo cada página deste pequeno livro, em meio a tantas lágrimas e sorrisos de Poliana, a gente vive a história junto, a gente chora junto, sorri junto. Mas, além de qualquer detalhe, há algo que me marcou e com certeza marcou milhares de pessoas que leu essa história. Como em destaque, falo do "jogo do contente".
Vou explicar o jogo através das palavras da Poliana, escritas no livro.
Começou quando pediu uma boneca ao seu pai, e ao abrir a caixa  de donativos para o missionário, havia um par de muletas, ao invés da boneca, então...

- Bem, o jogo se resume em encontrar alegria, seja lá no que for - concluiu Poliana, séria. - Começamos com as muletinhas.
- E onde está a alegria? - estranhou Nancy. - Encontrar muletas em lugar de bonecas...
- É isso aí - e a menina bateu palmas de contente. - No começo não entendi. Depois, com calma, papai me explicou tudo.
- Então, explique-me também.
- Fiquei alegre justamente porque não precisava de muletas - esclareceu Poliana. - Viu como é fácil?

E sabe o que mais me marcou nesse joguinho? Na época, nada fácil, ainda criança, eram mil motivos e razões para chorar. E sim, me ajudou bastante. Podemos procurar o lado positivo das coisas, procurar por em cima algo que te faz sorrir e ter forças para continuar, e não apenas lastimar o que se passa em nossa vida. Nada de abaixar a cabeça e continuar sofrendo a todo instante, devemos ver o lado positivo de cada história, de cada momento, de cada detalhe, e continuar, lutar, ter esperança, fé.

"Não posso, querido pai que está no céu, não posso jogar agora. A escuridão é horrível e o silêncio assusta."

Como disse a Poliana: "Com um pouco de esforço, conseguimos gostar do que encontramos e esquecer o que queríamos achar..."

Com certeza você vai se emocionar com a história dessa pequena menina. E com certeza dessa história restará um grande aprendizado.




Deixe um comentário