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22 dezembro 2012

Um único motivo...

Eu só quero entender quais motivos me prendem a você.

      Eu só quero entender quais motivos me prendem à você. A gente para e pensa, refletimos quais seriam os motivos que podem te levar a querer tanto ficar perto de alguém, e claro, entende perfeitamente que todos os motivos deveriam te levar a outra direção, uma direção contrária da realidade. Lembramos cada detalhe que nos fez chorar, quantas vezes fomos feridas sem ao menos que esse alguém se importasse que aquela atitude fosse a mais cruel que alguém poderia fazer com alguém que tanto o ama, e faz, e repete, e tentar repetir mais uma vez. A gente sofre, a gente morre um bocado por dentro, junta cada pedacinho que nos resta e se mostra inteira, forte... e perdoa. Sabe da capacidade, do caráter, e mesmo assim não faz o que seria correto. Mas afinal, qual seria o correto? “Afasta-te de quem não te acrescenta em nada, afasta-te de quem só te faz o mal, afasta-te de quem te faz chorar”. A gente possui todos os motivos, os compreende e acima de tudo, os sente, os sente da maneira mais profunda, porque aquilo que te feriu amargamente não te faz esquecer, e se ainda cicatrizar, as marcas permanecem de alguma maneira. As razões para continuar próximo de alguém que nunca valeu à pena a meu ver são inexistentes, nenhum pensamento racional me leva à conclusão alguma, se ainda há a possibilidade de bons sentimentos, esses deveriam morrer, por cada decepção vivida, por cada dor sentida atravessando meu peito, por cada lágrima percorrida em minha face.  Sentimentos que deveriam, aliás, devem ser esmagados por cada cruel atitude que fez doer cada parte do meu ser. E ao final, me resta um único motivo... ainda amar você.
 

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